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A tradição do dia dos namorados

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No Brasil comemoramos o dia dos namorados no dia 12 de junho. Mas em grande parte do mundo, exemplo EUA, Itália e Canadá, a data escolhida é 14 de fevereiro, dia de São Valentim (São Valentino, para alguns, ou o Valentine’s day dos americanos), um santo devotado à ideia do amor.

Na verdade, há dois santos “Valentino”. Um deles foi um padre, santo e mártir, que viveu no tempo do império romano, no ano de 269, durante a perseguição aos cristãos. Segundo a lenda, o imperador Cláudius II estava mais interessado em seu exército e nas guerras do que na vida em família , e ele estava convencido de que os solteiros, sem esposas nem filhos, eram melhores soldados do que os casados e não teriam medo no campo de batalha.

Tanto era verdade, que o imperador foi tão longe a ponto de ditar uma lei proibindo o casamento. São Valentino, contudo, desafiou o imperador e continuou a celebrar matrimônios em segredo, até ser descoberto, preso e executado. O outro São Valentino também viveu sob o império romano. Ele levava uma vida simples e era especialmente bondoso com as criancinhas.

Um dia, Valentino foi jogado na prisão pelos romanos por ter se recusado a adorar os deuses deles. Dizia-se que as crianças escreviam mensagens de amor para ele e as lançavam pela janela da cela. Estes foram os primeiros cartões do “dia dos namorados”. Mas não existe nenhum registro histórico disso.

Os cartões que conhecemos hoje foram feitos pela primeira vez por volta de 1800 e alguns eram bem enfeitados e decorados com pássaros e flores. Hoje, alguns dos cartões mais populares são os de humor.

No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória – na época na Agência Standard Propaganda – sob encomenda da extinta loja Clipper.

Para melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu a data com o slogan: “Não é só de beijos que se prova o amor”.

A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. Desde então, 12 de junho se tornou uma data especial, unindo ainda mais os casais apaixonados, com direito a troca de presentes, cartões, bilhetes, flores, bombons….uma infinidade de opções para se dizer “Eu Te Amo!”.

Nem todos os países comemoram o dia dos namorados como nós fazemos. Na Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de Fevereiro. Na Inglaterra, as crianças cantam canções a recebem doces e balas de frutas de seus pais. E na Dinamarca, as pessoas mandam flores prensadas umas às outras, chamadas “flocos de neve”.

No Japão a data foi introduzida em 1936 e o costume neste dia é as mulheres presentearem os seus amados com caixas de chocolates. Embora a data represente uma oportunidade para as mulheres declararem o seu amor, nos últimos anos o giri choco (chocolate de cortesia ou “obrigação”) também se encontra presente na cesta de compra de grande parcela da população feminina.

Mas, muita gente ainda reluta em adotar a data, alegando que se trata de uma jogada comercial, no que não deixam de ter razão, uma vez que o Valentine’s Day representa cerca de 20% do volume anual de vendas das fábricas de chocolate do arquipélago. Mas, o que vale mesmo é a intenção e não há como negar que a vida fica um pouquinho mais doce com estas declarações de amor e com estes chocolates.

Nos Estados Unidos nos dias que antecedem 14 de fevereiro, lojas de cartões, livrarias, lojas de departamentos e drogarias oferecem uma grande variedade de cartões comemorativos chamados Valentines.

Os adultos costumam comprar cartões para acompanhar presentes mais elaborados como doces, flores ou perfumes. Nas escolas as crianças apreciam comprar ou fazer cartões para seus amigos e professores.

Mas, cá entre nós, todo dia é dia para se dizer “Eu Te Amo!”

Fonte:   site nosso casamento

Você sabe a diferença entre ser bela e ser sensual?

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Nos dias de hoje, ser belo é estar entre os padrões de beleza propostos pela sociedade e pela mídia.

A estética faz com que as pessoas estejam sempre procurando algo para estar melhor. Mesmo linda, sempre falta alguma coisa, levando algumas pessoas a ter doenças psicológicas por esta procura sem fim.

Lógico que estar em paz com o espelho é o bem que todos querem alcançar, mas isso não quer dizer que tem que deixar de curtir as coisas boas da vida para ser feliz.

As consultoras de artes sensuais Jack Lopes e Karina Amélia, afirmam, que nem todas pessoas com padrão de beleza elevado, “linda”, são sensuais! É mais questão de atitude e essência de cada mulher, do que um corpo perfeito!

Ser sensual está muito mais além da beleza estética.

A sensualidade tem haver com o comportamento, com o olhar, os gestos, o mistério, ter autoconfiança, acreditar em você, pois é a sua mente que te faz ser sensual.

Toda mulher tem dentro de si o lado sensual, mas ás vezes está dormindo e precisa ser despertado.

Muitos homens reclamam que a mulher não ascende a luz na hora do sexo por que esta gorda, ou feia, ou por causa da celulite, mas amiga vai uma dica: Quem repara nos defeitos de seu corpo, é você mesma. Acredite! O seu homem está mais preocupado é com seu poder de seduzi-lo e surpreende-lo na cama! Então comece a confiar mais em si, e na sua sensualidade, que você tem muito mais a oferecer ao seu parceiro.

Veja algumas dicas para fazer as pazes com você:

• Seja você mesma, confie em seu poder de sedução.
• Mantenha a auto-estima em ordem. Cuide-se
• Tenha bom humor.
• Desenvolva a criatividade sensual e erótica.
• Seja ousada
• Surpreenda
• Mantenha cumplicidade e segredos com seu parceiro

Trabalhe a sua mente, pois você pode muito mais do que imagina, e ele? Há com certeza estará a seus pés.

Culpa positiva faz bem ao Líder. Sério?

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Qual é a principal característica de um grande líder? Ser decidido, confiante, inteligente…ou sentir culpa? Uma pesquisa recente sugere que possuir um sentimento de culpa pode fazer bem aos negócios.

Todo mês de novembro, em vários escritórios, fábricas e lojas, os chefes sempre precisam recrutar um voluntário para organizar a festa de fim de ano.

A tarefa é muitas vezes ingrata: o voluntário precisa achar um restaurante ou salão de festas, lidar com todos os pedidos individuais de refeição (desde pratos vegetarianos a cuidados com alergias), encontrar o preço mais barato e ainda assumir toda a culpa caso a festa acabe se tornando um fracasso.

Ainda assim, sempre existe um voluntário disposto a fazer esse trabalho. Esta situação peculiar intrigou a estudante Rebecca Schaumberg, da Universidade de Administração de Stanford, nos Estados Unidos.

“Por que alguém assume uma tarefa em um grupo sem haver nenhum incentivo para isso? Comecei a pensar e uma hipótese é que talvez ela se sinta culpada de não realizar a tarefa”, diz Schaumberg.

Experimento

Muitos psicólogos acreditam que todos nós estamos suscetíveis a níveis diferentes de sentimento de culpa, e que essa sensação pode nos levar a tomar atitudes.

Algumas pessoas ficam até mais tarde no trabalho na sexta-feira para finalizar alguma coisa, sabendo que não conseguirão curtir o final de semana se não terminarem. Outras vão para casa e assistem a um filme sem problemas.

“A sensação é desconfortável, e é algo do qual queremos nos livrar. Mas a vontade de reduzir o sentimento de culpa pode nos levar a tomar atitudes positivas”, diz Schaumberg. “É esse tipo de antecipação ao sentimento de culpa que leva indivíduos a emergir ou assumir papéis de liderança.”

A estudante e seus colegas realizaram experimentos com voluntários nos Estados Unidos para testar suas hipóteses. Os participantes preencheram questionários com diferentes cenários hipotéticos, como por exemplo: “Você está dirigindo em uma estrada e acaba atropelando um animal”.

Diante de cada cenário proposto, o voluntário precisava exprimir como se sentia. As respostas foram medidas pela equipe de Schaumberg, que elaborou um índice de “tendência a sentir culpa”.

Em seguida os voluntários participaram de uma dinâmica de grupo, onde uma tarefa era solicitada a todos. Os indivíduos com maior “tendência a sentir culpa” foram justamente os que assumiram a liderança nas tarefas.

A equipe também examinou a opinião que os empregados têm de seus chefes em empresas de verdade. A pesquisa indicou que os chefes mais bem avaliados eram os que tinham os maiores índices de “tendência a sentir culpa”.

Confira o restante da matéria clicando AQUI

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